Caminhos de Santiago – para quê?

Sant' Yoga

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Porquê passar uma semana de férias a caminhar com uma mochila às costas?

A resposta está na própria pergunta.
Para caminhar com “a vida” nas costas e com isso fazermos “férias” da nossa vida quotidiana e rotineira e da nossa mente que nos mente continua(mente).

A mochila simboliza o peso que carregamos, a nossa própria vida, o nosso passado, os nossos sonhos, a nossa ansiedade, o nosso ego, o apego e até as necessidades supérfluas.

“Conhece o que levas na mala e conheces-te a ti próprio/a…”
A mochila representa os pensamentos que nos complicam a vida e nos turvam a visão sobre o amor e sobre a verdade.

Que peso carregas às costas? Quanto desse peso consegues descartar e continuar a viver?
A resposta é quase óbvia: Todo!

Na verdade, se formos honestos e se analisarmos sem ponta de medo, podemos sobreviver apenas com água e alguma comida  (desde que…

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Oferecer amor no Natal

Relembrando…

Sant' Yoga

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Dar amor é…

Fazer uma árvore de natal como se fosse a primeira, a mais importante e a mais bonita de sempre.
Ouvir um amigo como se o mundo parasse, com atenção plena e em consciência.
Fazer um bolo como se esse tivesse de ser o bolo mais saboroso e amoroso que fizemos na vida.
Fazer uma surpresa a alguém…
Enviar uma carta ou uma prenda pelo correio, à moda antiga.
Preparar a mesa de natal como se fosse para uma revista de decoração.
Fotografar os olhos bonitos de alguém como se eles nunca mais voltassem a ser dessa cor ou mostrassem essa expressão, porque efectivamente, no segundo seguinte o olhar será diferente e nenhum deles se repetirá…
Preparar provérbios, poemas e fotografias para colocar pela casa ou oferecer aos amigos.
Participar em acções de solidariedade.
Tocar às campainhas dos vizinhos só para desejar boas festas.
Adoptar um animal abandonado.

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Mulher inteira // I’m every woman

Uma mulher inteira sabe que não lhe falta metade.
Conta consigo, na luz e na escuridão, no Inverno e no Verão.
Sabe que merece muito mais e toma consciência disso devagarinho, trazendo os seus medos à luz.
Uma mulher completa não se deixa incompletar, só se deixa transbordar, dando amor fora de si.
Mantendo contudo a faísca interna íntegra e segura.
Emergindo dos traumas, dos medos e da resiliência, conhece a sua escuridão e abraça-a.
Saindo dos padrões, coleccionando aprendizagens, ergue-se cada vez mais bonita.
Tão mais suave, tão mais forte.
Como uma mãe vai sendo feliz amando e ao receber o eco desse amor tem consciência do seu merecimento divino.
Um pouco menos ela, muito mais os outros. Uma micro lupa de macro revelações.
Uma mulher inteira foi cortada em gomos mas agarrou-se aos caroços. Do fundo da alma, agarrou-se à vida e fez-se mulher.
Uma mulher inteira é sobrevivente e contudo não se lamenta pelo passado.
Uma mulher inteira não respira para viver, vive para respirar! Vive para AMAR em respiração. .
E do amor não espera menos do que AMOR porque a si própria não dá menos do que isso.

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A whole woman knows she isn’t missing her half.
She counts on her, in light and darkness, winter and summer.
She knows she deserves a whole lot more and slowly becomes aware of it, shining some light on her fears.
A whole woman doesn’t let herself become incomplete, she only allows herself to overflow spreading the love beyond herself.
Keeping her internal spark intact and safe, though. Emerging from her traumas and fears with resilience, she gets to know her darkness and embraces it.
Detaching herself from worn patterns, collecting learning experiences, she rises ever more beautiful – so much more delicate, so much stronger.
Just as a mother feels happy loving and, by receiving the eco of that love, becomes aware of her divine merit.
A little less herself and much more the others. A micro magnifying glass of macro revelations.
A whole woman is cut in wedges, but she holds on to the seeds. From the bottom of her soul, she clings to life and becomes a woman.
A whole woman is a survivor, however, she doesn’t complain about her past.
A whole woman doesn’t breathe to live; she lives to breathe! She lives to LOVE while breathing.
And from love she expects no less than LOVE, because she doesn’t give less than that to herself.

Translation: Celina Marto