Cur’ar.te é Responsabiliz’ar.te

12

Existe um dilema anexado ao nosso desenvolvimento pessoal e espiritual… Como uma questão omnipresente que surge constantemente em modo pop up.

*Será que é possível sermos verdadeiramente felizes sem trabalho de consciencialização, sem responsabilização plena da vida que levamos e sem cura dos nossos padrões mentais, medos e bloqueios?

*Será que temos mesmo de passar pela perda de amizades, pelos relacionamentos traumáticos, pelas múltiplas desilusões e pelos infinitos desafios sem entender porque fomos confrontados com  tudo isso na perspectiva do “quadro maior” que nos une a todos?

Quem tem caminhado nestas “andanças” (auto- conhecimento, desenvolvimento espiritual) sabe que volta e meia somos catapultados para esta nuvem sombria de dúvidas. Todavia, também sabemos que se não fosse este o caminho trilhado, provavelmente o cenário seria outro – o da ilusão!

Analisando possibilidades de como seria a nossa vida se não procurássemos “a cura”:

(entenda-se por cura – a proCURA do nosso ser mais autêntico, cru e nu- o ser inocente que habita a simplicidade feliz do caminho de vida… que se respeita e respeita os demais, que vive dia a dia -aceitando cada passo como divino e mestre)

*Questões de saúde mais complexas e graves (calcificação, bloqueio, inflamação e fixação crónica de emoções, pensamentos e crenças desalinhadas do Amor que impele ao Bem Maior de cada humano);
* Relacionamentos amorosos inconscientes com padrões de vitimização, culpabilização, dor crónica, jogos de poder e manipulação inúteis;
*Ausência de relacionamentos amorosos saudáveis – pelas mesmas razões;
*Falta de amor crónica (amor vindo do exterior) – necessidade constante de validação externa – devido ao facto de não haver uma consciência de que o amor próprio (poder interno) se desenvolve dentro de cada um de nós em primeiro lugar (nessa inteireza amorosa e honesta que revela a verdade interior);
*Questões familiares aparentemente sem resolução que se somatizam no corpo e na mente –  padrões familiares que se repetem e multiplicam por várias gerações (fruto do inconsciente coletivo e individual). Quantos desafios de saúde temos em comum com os nossos familiares e que ainda hoje carregamos e alimentamos?;
*Existência de crianças (mais diretamente expressos nos filhos/as) nas nossas vidas que, sem sabermos, estão a absorver padrões genéticos e energéticos com possíveis consequências nada positivas em termos vivenciais, comportamentais, físicos e emocionais;
*Persistência de ciclos pouco bonitos nas nossas vidas (samsara) com recorrência situacional e emocional pelo facto de não haver consciencialização, reconhecimento de padrões, quebra de ciclos vibracionais e início de cura;
*A não clareza quanto aos reflexos que os outros mostram sobre nós próprios (efeito espelho) e recusa do entendimento dessas interações como parte da nossa cura. O julgamento não passa de um jogo de máscaras em que o pseudo-vencedor não passa de um derrotado em processo de auto-culpabilização e fuga de si mesmo(a);
* A falta de fé e confiança nos processos da vida – ativados por frases feitas como “estou mais ou menos”, “vai-se andando… que remédio!”. Esquecemos a magia e o milagre que cada respirar nos traz, e sem esperança nem gratidão, resistimos e boicotamos a vida bonita que está ao alcance de todos nós;
*A desistência e submissão face ao sistema social/governamental instituído, à destruição do planeta, entre outros. Porque deixamos de sonhar e criar novas possibilidades de existir? Afinal somos Co-criadores e nascemos livres… em quantos momentos da vida “chutamos para canto” estas verdades?;
*A não compreensão de que somos o que intencionamos no nosso coração, em cada ação e pensamento. Sim – somos o que pensamos, comemos e revelamos nas nossas ações. Temos o poder de “limpar” a mente, o ego, o corpo através de uma alimentação saudável, transmutação das emoções, de viver em concordância/alinhamento com os princípios da medicina preventiva e consciente, do amor expresso que bebe na inteligência espiritual colocada ao serviço do nosso crescimento individual e em dádiva ao mundo.
*A rejeição de práticas saudáveis de limpeza energética (Yoga; TaiChi; Chi kung; hermetismo, etc…) que constam da história da humanidade há milhares de anos…

A modernidade pode beneficiar tanto se recorrer aos ensinamentos deixados pelos nossos ancestrais das mais diversas linhagens. “Tudo está em tudo”!

A lista poderia continuar… mas…procurando simplificar:

Sim, podemos escolher o caminho da consciência e da cura – chama-se a isso RESPONSABILIZAÇÃO.
Sim, acreditamos que a vida é mais do que o que temos vivido e sentido.
Sim, acreditamos na magia.
Sim, queremos um planeta limpo e preservado – a NATUREZA é a professora mais preciosa e jamais nos mente ou engana.
Sim, fazemos rituais à Mãe Terra e em gratidão aos seus ciclos (estações do ano) vivendo em concordância e sintonia com os mesmos – é uma conexão fundamental para uma vida equilibrada.
Sim, fazemos rituais de limpeza energética.
Sim, questionamos – questionamos TUDO – para podermos escolher, em consciência, o que serve à nossa verdade interior em cada momento.
Sim, praticamos atividades em que ora torcemos e alongamos o corpo ora fazemos o mesmo com as emoções tentando evitar a sua calcificação desastrosa no corpo físico – a isso chama-se Higiene :).
Sim, utilizamos simbologia sagrada, objetos e amuletos de poder – legados preciosos da sabedoria ancestral.
Sim, temos uma biblioteca recheada com livros sobre espiritualidade, religião, magia, xamanismo, yoga , desenvolvimento pessoal, amor, ciência, natureza, tarot, numerologia, feng shui, medicina tradicional chinesa, reflexologia, fitoterapia, quirologia, dança, física quântica, ayurvédica, macrobiótica, chackras, meridianos, cristais,  massagens terapêuticas, reiki, crianças índigo, mindfulness, mantras, mudras e muito, muito mais. Os livros são companheiros fiéis em tempos de dúvida e conflitos internos.
Sim, no frigorífico e nas prateleiras da cozinha temos maioritariamente legumes, cereais e frutas repletos de enzimas vivas e saltitantes. Evitamos alimentos pré-cozinhados, transformados e com químicos – porque sim!
Sim, às vezes abraçamo-nos às árvores e elas sussurram-nos segredos: Escutamos o vento, sentimos a chuva e os raios do Sol – agradecemos a abundância da Vida :).
Sim, não rejeitamos medicação alopática mas procuramos evitá-la tanto quanto possível.
Sim, às vezes dizemos coisas que fogem ao entendimento de algumas pessoas que fazem parte das nossas vidas mas já não dá para fingir que somos e funcionamos de outra forma! Vida… leva-“NUS”! 🙂 Assim é! Simples assim…

E tu? Que caminho de vida escolhes a cada passo?

Namastê

Texto: Liliana Santos e Rute Violante
Fotografia: Rute Violante

https://www.facebook.com/events/577426539098406/

Anúncios

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão / Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão / Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão / Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão / Alterar )

Connecting to %s