Santiago, o regresso…

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Se fazer os caminhos de Santiago a pé com uma mochila às costas já simbolizava uma ideia meio absurda enquanto ideia de “Férias”, repetir o caminho já parece masoquismo. Todavia, quem já o fez, geralmente repete, o que será apenas compreensível para quem já experimentou e viveu a experiência em “presença”.

Este ano desafiámo-nos ainda mais ou a vida desafiou-nos mais ainda.

Na verdade, o facto de nos termos desdobrado em 2, perfazendo um total de 8 mulheres fez com que questões que se relacionam com dinâmicas de grupo surgissem. Ritmos diferentes, feitios diferentes, necessidades diferentes, objetivos diferentes. Ainda que todas diferentes, todas o mesmo. 🙂

Todas sentiram o caminho de forma intensa e todas retiraram dele lições valiosas. Por sermos só mulheres, inevitavelmente, formámos um círculo de cura (em potencial) do sagrado feminino, mais consciente numas e mais longínquo noutras. As repercussões desse trabalho de cura ecoarão longe, quiçá, na eternidade. 🙂

O que cada uma sentiu fica consigo e apenas consigo, ainda que o caminho tenha sido partilhado.
Para as que regressaram este ano, a jornada tornou-se mais dura; para umas em termos físicos, para outras em termos emocionais.
Para as que se estrearam, houve leveza surpreendente e/ou peso libertador, um bocadinho de cada consoante os desejos, as necessidades e as expectativas. Em ambos os casos, as asas abriram e o caminho rente ao chão tentou enraizá-las.

Um mau feitio aqui, um mal estar ali, banhos de água fria, uma molha com algum jeito, bolhas nos pés, roupa encharcada, calcanhares de Aquiles reais e metafóricos, ombros bloqueados… e consciencializações. Um banho de emoções.

Quem disse que regressamos sempre felizes dos caminhos engana-se, por vezes, vimos atordoados/as, magoados/as e tristes. Aquilo que seja necessário para continuarmos a verdadeira caminhada, a da vida, porque na vida também há altos e baixos, subidas e descidas, curvas e contra-curvas, abandonos e desilusões, medos e bloqueios.

Até houve quem fizesse 5 kms a mais por engano. (2,5 por engano e os outros 2,5 para voltar).

Que façamos sempre o caminho com força e beleza no coração.
A tranquilidade a nós virá.

Bom caminho para todos/as os/as corajosos/as.

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Sexualidade sagrada

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Muito se tem escrito e falado sobre SEXUALIDADE SAGRADA nesta ERA, ainda que para muitos, isso não passe de um conceito poético inatingível e ininteligível.

A sexualidade sagrada reside na visão do sexo como uma ligação entre dois seres divinos que (se)respiram juntos, em fusão.
Esta fusão do corpo é encarada como uma união espiritual de dois seres que a dada altura se sentem UM, em união não só um com o outro mas com o TODO.
A busca do orgasmo e do êxtase corporal perde “valor” face ao potencial de elevação e êxtase espiritual atingido numa relação sexual deste calibre.
Os dois vivem e sentem em consciência, unindo os seus chakras e a sua energia numa dança vibracional indescritível. O intelecto perde a capacidade de descrever e nomear as sensações e experiências vividas numa relação sexual sagrada.
A incorporação da energia masculina une-se com a incorporação da energia feminina em casamento sagrado, em alquimia. O masculino dá e a o feminino recebe.
Será importante salientar contudo que aqui a energia masculina e a energia masculina não representam o homem e a mulher. Numa relação homossexual, haverá também uma troca entre um elemento ativo e um elemento passivo, existindo esta dança cósmica da mesma forma. Não falamos aqui da mulher e do homem mas antes do masculino e do feminino, enquanto energias.

A sexualidade sagrada é um caminho para o divino e uma possibilidade para a expansão do nível de consciência de ambos.
Procura-se um nível mais profundo no relacionamento, assim como a cura de comportamentos sexuais menos saudáveis.
Atenção que, para que isto seja possível, essa cura tem de ser realizada a nível individual primeiro, caso contrário, aquilo que guardamos nos padrões mentais sobre amor e sexo está tão deturpado que atraímos algo bem diferente da “energia” da verdadeira união sagrada.

A sexualidade sagrada é uma prática (arte) ancestral que se foi perdendo e pervertendo ao longo da experiência humana. A sua deturpação culminou nas relações sexuais que buscam apenas o êxtase do orgasmo numa ligação ligeira e carnal, sem qualquer envolvimento emocional e espiritual. Muitos de nós encontram-se na fase de curar esses padrões entendendo que o sexo é antes de mais transmissão de AMOR, puro e incondicional, uma homenagem ao ser divino que cada um É, em essência. A sexualidade sagrada é um reconhecimento da alma do outro e da nossa através do corpo e da comunhão energética. Um encontro com a ESSÊNCIA e com o ser divino que somos.

O corpo surge à luz de outro entendimento e com outro potencial:

PÉNIS=
(Sânscrito) LINGAM – Wand of light (vara de luz – emissor)

VAGINA=
(Sânscrito) YONI – Sacred space – (espaço sagrado – receptor)

O correto entendimento da sexualidade sagrada gera em nós o respeito pelo corpo, fazendo com que não o partilhemos de forma irresponsável.
Será importante referir que quando nos partilhamos sexualmente com outra pessoa, ficamos recetivos às energias que transporta, assim como respetivos bloqueios e/ou energia das pessoas com quem essa pessoa se partilha ou partilhou. É como se nos enfiássemos na cama com mais do que uma pessoa. Se essa pessoa não gere a sua sexualidade de forma consciente transmite karma e energia de outras pessoas para a pessoa com quem se envolve sexualmente.

Assim será conveniente:

*Que apenas nos envolvamos sexualmente com quem nos honrar como nós honramos o outro
*Que façamos escolhas conscientes
*Que respeitemos o nosso corpo
*Que impeçamos pessoas energeticamente “menos limpas” de chegarem a nós de forma íntima
*Que passemos a encarar a sexualidade como sagrada
*Que integremos o AMOR nas nossas ligações sexuais
*Que o nosso corpo seja um canal transmissor e receptor de AMOR, mais do que um invólucro que permite aceder a um orgasmo físico

Entenda-se que o orgasmo em união sagrada vai muito além da sensação física e que permite aceder a sensações e energias inexplicáveis… só e apenas quando ambos se encontram num estágio de evolução que permita este entendimento e esta transmutação.

Sexualidade sagrada tem a ver com o sentimento de amor incondicional e benção por sermos um ser infinito capaz de amar de forma transcendente.
Implica uma experiência meditativa e contemplativa, implica respiração conjunta e consciência.
Uma relação sexual sagrada pode durar algumas horas (não interessa quantas) e durante este espaço de tempo o tempo desaparece… assim como o espaço. É um fluir e confluir, uma dança espiritual que, correndo bem, permite a ambos atingirem outros níveis de consciência. Sem drogas. 🙂

O nível físico funde-se com o emocional, energético, mental e espiritual.

Seguindo as considerações anteriores, haverá também um ativamento da energia kundalini, criando-se uma dança dentro do nosso corpo entre a energia feminina e masculina (com início no chakra da base – na raíz – subindo pelos restantes chakras até atingir o chakra da coroa que nos liga ao universo e nos faz sentir o amor incondicional e a sensação de benção/felicidade).

A nossa atenção foca-se essencialmente nos olhos do/a parceiro/a. O coração a dada altura expande… E nessa expansão abre-se uma porta para o espaço secreto de ambas as almas.

Tornam-se UM, não apenas um no outro e um com o outro mas com TUDO, com o TODO, com o UNO que são.

Que o sexo seja acima de tudo a união do nosso anseio de conexão e plenitude.  Uma união da consciência cósmica.

Tu és E.U. – especial e UNO – Honrando o ser especial que somos, reconhecemo-nos no outro

«But it’s safe here, friend.
Safe to feel unprotected.
Vulnerable, raw, open.
No judgement, no shame, no blame.
Just this open space,
the field that embraces.
My heart is open;
there is nothing to prove;
we are held by the ground.»

«Mas é seguro aqui, amigo/a.
É seguro sentires-te sem proteção
Vulnerável, cru, aberto/a.
Sem julgamento, sem vergonha, sem culpa.
Apenas este espaço aberto,
Este campo que abraça.
O meu coração está aberto;
Sem nada para provar;
somos suportados pelo chão.»

~ Jeff Foster

Complemento:

A person’s approach to sexuality is a sign of his level of evolution

Imagem: Autor desconhecido

Nota: Para exploração e aprofundamento deste tema recomendamos leituras relacionadas com: alquimia; sexualidade sagrada; sagrado feminino; sagrado masculino; taoísmo; tantra; casamento alquímico; kundalini; chackras; sublimação; unicidade; amor incondicional; xamanismo (entre outros temas relacionados… para mais informações e esclarecimentos contactem-nos e tentaremos ajudar no que estiver ao nosso alcance e com o conhecimento a que acedemos nesta fase da nossa evolução).

O conto dos dois dragões

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Era uma vez uma menina que tinha medo do medo e medo de ser feliz.
Sabia apenas que na sua mente se criavam diálogos temerosos e dantescos de cada vez que pretendia sair das grades imaginárias.
Todavia, também sabia que para lá das grades, havia algo bonito chamado “Amor”. Amor pelo medo e amor pela vida.

Um dia, pensou: Vou ser amiga de um dos dragões da minha cabeça!
A questão é que se enganou no dragão e fez-se amiga do mais medroso. Ora bolas, assim só criou um medo maior.
Andou por aí a brincar na escuridão, a dar cambalhotas na sorte e a lutar contra o vento. Deu uma queda, magoou-se sem querer e caiu num poço muito escuro e fundo. Quase morreu de medo. Mas o dragão medroso falou-lhe da coragem, da esperança e da resiliência e disse-lhe que tinha a certeza que haveria um milagre e alguém os salvaria.
O outro dragão, o aventureiro e destemido, surgiu de asas abertas por cima do poço e tirou-os do fundo do poço, trazendo-os à superfície, mais fortes e felizes por estarem vivos.
No final, o dragão vaidoso mandou um bafo em direção aos seus corações e aí deixou uma faísca que nunca mais de lá saiu.

Agora que já se tinha afundado na noite escura e andado de mãos dadas com o perigo e a tristeza, a menina já se podia fazer amiga do dragão alegre que a resgatou. Ah, como ele era lindo… De peito inchado e chamas bem vivas… crina de fogo e cauda de bicos. Pestanas gordas e olhar flamejante. Ar corajoso e mania das grandeza,  ego grandioso e cheio de esperteza…
A menina sem medos, encheu-se de coragem e pediu para voar nas costas do dragão vaidoso. A paixão pelo voo e pelo sonho, pelas acrobacias, pela alegria, pelo céu, pela fofice das nuvens e pelos pássaros deixaram-na em transe e com o coração a dar pulos no peito.
Mas a dada altura, o céu ficou maior e mais escuro, as nuvens adensaram-se, o dragão engasgou-se com o seu próprio fogo e teve medo de cair a pique. Sentiu tonturas e fraquejou no bater de asas. O seu coração batia rápido demais e a luz excessiva ofuscou-lhe o olhar.
A altitude desceu e confiança também. Afinal este dragão também tinha medo escondido dentro de si.
O ego esmoreceu e o dragão entrou em queda livre…

Ah, se o dragão temeroso não viesse resgatá-los… O que teria sido da menina que se encantou pelo céu.

Agora, a menina é amiga dos dois.
Quando o vaidoso enche o peito, ela brinca à apanhada com o temeroso.
Quando o temeroso treme, ela joga às escondidas com o vaidoso

Conto por: Sant’yoga

Imagem:
http://goldy–gry.deviantart.com/art/Two-Dragons-394138328

Não há coincidências

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Lembram-se do conto infantil em que as crianças seguiam o trilho de migalhas de pão para encontrar a casa de chocolate?

As sincronicidades são “migalhas” do universo ou dos “anjos” que nos ajudam a encontrar o caminho de volta a CASA. (entenda-se CASA aqui como caminho; realização do nosso potencial divino; amor; fonte; essência; VERDADE)

Convém antes de mais esclarecer o que são sincronicidades;
Podemos utilizar um exemplo para isso talvez… Imaginemos que o João esteve a ler um artigo sobre o Tibete ao mesmo tempo que a Maria tomava a decisão de ir ao Tibete (só descobrindo que aconteceu em simultâneo mais tarde).
Ou imaginemos que encontrámos dois dançarinos de tango argentino na rua ao mesmo tempo (descobrimos depois) que a Paula e o Mário tinham a sua primeira aula de Tango.
A isto chamamos sincronicidade. Relaciona-se claro com a forma como estamos todos ligados numa teia invisível e com a forma como somos “encaminhados” e “orientados” desde que vivamos em consciência e presença, ou seja, atentos aos sinais.

Qualquer coincidência é indicativa de algo relevante para nós, a menos que não lhe prestemos a devida atenção. Co-incidência significa que algo acontece ao mesmo tempo, se ajusta perfeitamente, referindo-se a uma concomitância acidental de fenómenos.

Às vezes só falta mesmo aparecer um avião com uma faixa a perguntar: Não te estás a fazer de distraído/a?
Se três pessoas no mesmo dia te dizem exatamente a mesma coisa, vais prestar atenção ou vais fazer de conta que nenhuma delas to disse?

É sempre caso para pensarmos: Qual a probabilidade disto acontecer?

Por exemplo, se a rua onde moramos tem o mesmo nome da rua da pessoa que amamos.
Se uma amiga tem dois nomes em comum connosco, isso tem significado.
Se duas empresas têm o mesmo nome mudando apenas uma letra ou um logotipo, isso é um sinal.
Se tudo em relação a uma situação ou uma pessoa se relacionar (pela afirmação ou negação) com questões nossas de forma muito clara, isso é um NÉON.

Se estamos constantemente a ser alertados ou chamados para algo ou alguém, o que fazemos? ignoramos ou seguimos a chamada?

Quando discutimos a veracidade de determinado assunto e nos aparece uma matrícula com as letras “FE”…
Quando perguntamos mentalmente se estamos no caminho e nos aparece uma carrinha com a palavra “ACREDITA”…

Quando pensamos num assunto e um amigo escreve sobre ele.
Quando…
Quando…

Quando tudo faz sentido.

«OPEN YOUR EYES»

Reiki – a força vital

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O Reiki é uma técnica japonesa de relaxamento e cura desenvolvida pelo monge budista Mikao Usui (1922) que se baseia na utilização das mãos enquanto canal de ENERGIA VITAL UNIVERSAL (energia esta invisível), sendo uma terapia vibracional usada para o restabelecimento do equilíbrio, em termos físicos, mentais e espirituais.

O praticante ou terapeuta funciona não como um curador, mas antes como um canal através do qual a energia se movimenta e reequilibra (sintonização). A energia flui a partir das mãos do praticante/terapeuta e direcciona-se de forma “inteligente” para os bloqueios (no corpo, na mente e/ou no espírito).
O princípio é o de que quando uma pessoa fica doente ou em desequilíbrio, isso advém do enfraquecimento ou bloqueio da sua energia vital, sendo que o Reiki (e outras técnicas e terapias) atuará no sentido de desbloquear ou promover o fortalecimento desse fluxo energético.
Também podem ser utilizados sopros, toques, o olhar e símbolos (com palavras associadas). É comum associar-se esta técnica a outra terapias realizadas com cristais, florais, tratamentos homeopáticos, reflexologia, massagens corporais, ou mesmo como método terapêutico complementar à medicina ocidental (convencional).

Esta energia universal está disponível para todos e parte do princípio de que tudo no Universo é composto por partículas de energia. (a impressão digital do Uni»verso)

«The National Center for Complementary and Integrative Health (NCCIH) describes Reiki as a complementary and alternative medicine practice that uses putative (yet to be measured) energy fields, or biofields, to affect health. Energy biofield therapies “generally reflect the concept that human beings are infused with subtle forms of energy,” which are believe to surround and interpenetrate human form.»

O Reiki pode ser ministrado presencialmente (com a utilização das mãos em determinadas zonas do corpo *centros energéticos* ou com as mãos afastadas do corpo) ou à distância, existindo técnicas de direccionamento de energia para determinada pessoa ou situação que pode estar a 10 000 kms de distância. Se o terapeuta pretender realizar Reiki a alguém à distância, deverá contudo pedir permissão prévia. Deverá respeitar-se sempre a vontade do outro, mesmo que debilitado.

«The word Reiki is made of two Japanese words – Rei which means “God’s Wisdom or the Higher Power” and Ki which is “life force energy”. So Reiki is actually “spiritually guided life force energy.»

Rei – espírito milagroso, divino
Ki – gás, energia vital, sopro de vida, consciência
(God, Buddha, Chi, Qi, Prana, Love Energy…)

Nalgumas traduções, é possível vermos o termo Reiki ser traduzido com os seguintes expressões: “atmosfera misteriosa”; “sensação de mistério”; “presença divina”, etc…

A sua eficácia em termos físicos, mentais e espirituais tem sido amplamente divulgada e “reconhecida”.
É usual o Reiki trazer ao paciente ou praticante bem-estar generalizado assim como a sensação de conexão e pertença.
Todavia e apesar dos benefícios assinalados e relatados, continua a não ter “reconhecimento” científico.

Some Of The Reiki Healing Health Benefits:

  • Creates deep relaxation and aids the body to release stress and tension,
  • It accelerates the bodie’s self-healing abilities,
  • Aids better sleep,
  • Reduces blood pressure
  • Can help with accute (injuries) and chronic problems (asthma, eczema, headaches, etc.) and aides the breaking of addictions,
  • Helps relieve pain,
  • Removes energy blockages, adjusts the energy flow of the endocrine system bringing the body into balance and harmony,
  • Assists the body in cleaning itself from toxins,
  • Reduces some of the side effects of drugs and helps the body to recover from drug therapy after surgery and chemotherapy,
  • Supports the immune system,
  • Increases vitality and postpones the aging process,
  • Raises the vibrational frequency of the body,
  • Helps spiritual growth and emotional clearing

Existem cursos de reiki de nível I, II e III;
Com o primeiro nível, usualmente, o praticante só deverá praticar Reiki em si próprio, em plantas e animais.
No segundo nível, o praticante passa a estar habilitado a aplicar Reiki noutros seres humanos, tanto em termos presenciais como à distância.
No terceiro nível, o praticante adquire o “estatuto de mestre” podendo iniciar outros praticantes no Reiki, passando também a usar o Reiki de forma mais avançada para “harmonizações” ao nível humanitário/planetário, assim como viver em concordância com o ser infinito e ilimitado que é…

«The secret art of inviting happiness
The miraculous medicine of all diseases
Just for today, do not anger
Do not worry and be filled with gratitude
Devote yourself to your work. Be kind to people.
Every morning and evening, join your hands in prayer.
Pray these words to your heart
and chant these words with your mouth
Usui Reiki Treatment for the improvement of body and mind»
The founder , Usui Mikao

 

In 2009, the Web site of the International Centre for Reiki Training (Kent, England) stated:

Reiki is both powerful and gentle. In its long history of use it has aided in healing virtually every known illness and injury including serious problems like: multiple sclerosis, heart disease, and cancer as well as skin problems, cuts, bruises, broken bones, headache, colds, flu, sore throat, sunburn, fatigue, insomnia, impotence, poor memory, lack of confidence, etc. It is always beneficial and works to improve the effectiveness of all other types of therapy. A treatment feels like a wonderful glowing radiance and has many benefits for both client and practitioner, including altered states of consciousness and spiritual experiences. . . . Reiki will improve the results of all medical treatment, acting to reduce negative side effects, shorten healing time, reduce or eliminate pain, reduce stress, and help create optimism [3].