Curo-“nos”

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*Quando foi a última vez que apontaste o dedo a alguém por considerares que essa pessoa te estava a magoar com o seu comportamento?

*Quando foi a última vez que pensaste que estavas a trabalhar na tua cura mas a pessoa que amas não?

REFORMULEMOS (por inversão) estes pensamentos:

*Quando foi a primeira vez que apontaste o dedo a ti próprio/própria por considerares que poderias estar a criar uma situação de dor na tua vida com os teus pensamentos?

*Quando foi a primeira vez que sentiste que estavas a trabalhar na tua dor e a pessoa que amas também, quanto mais não fosse por consequência?

Quando curamos em nós, curaremos nos outros, a interação só por si fará o trabalho forçado.
O outro não muda mas nós mudamos e isso transforma e transmuta a realidade no presente e no futuro. Na verdade, esse trabalho de sanação é tão poderoso que chega mesmo a transmutar o passado e os antepassados. Sete gerações para trás e sete gerações para a frente. Quão poderoso é o processo de cura, daí ser tão árduo. Temos em nós um padrão genético que nos incute uma dor – situação específica – dor essa carregada pelos nossos pais e pelos nossos avós.
Se não cuidarmos, para além de continuarmos a sofrer sempre a com a mesma “história”, transferimos essa carga para os nossos filhos.

… E aquilo que vemos no mundo é isso, esse padrão, essa dor.

Fica a reflexão.
Curemos… antes a dor que grita e cura do que a dor repetitiva e muda que calcifica.

Yoga: Liliana Santos
Fotografia: Rute Violante

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